O objetivo do nosso trabalho é encontrar adotantes para nossos cães, após terem sidos resgatados, tratados, castrados e socializados por nós...
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
quarta-feira, 10 de junho de 2015
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
sexta-feira, 18 de julho de 2014
terça-feira, 19 de novembro de 2013
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Dois lindos ''adotáveis''...
Eles foram resgatados juntos das ruas de São Paulo, com mais duas meninas ainda em tratamento. Foram tratados, castrados, vacinados e agora procuram um lar... Uma família... Alguém pra amar!
Se você procura um amigo, que tal conhecê-los? Eles precisam de muito pouco pra serem felizes.
Se você procura um amigo, que tal conhecê-los? Eles precisam de muito pouco pra serem felizes.
Matéria da revista Vila Mulher
APAIXONADO POR CÃES CONTA COMO CUIDA DE 23 PELUDINHOS
Quando se fala em animais de estimação logo vem à nossa mente os cachorros peludões, fortes e saudáveis. Mas não podemos fechar os olhos para aqueles que são abandonados nas ruas e vítimas de maus-tratos. Felizmente esses bichinhos contam com a solidariedade e bondade de muitos apaixonados por cães. Uma deles é o comerciante Alessandro Desco, de 40 anos, morador do Jardim Marajoara, zona sul de São Paulo.
Ele foi o cara responsável pelo resgate da Jade. Lembram-se daquela rottweiler que foi queimada viva por seu dono que estava drogado? Então, foi o Alessandro que salvou a cadela e deu a ela uma nova chance de viver.
"Dava dó de ver a Jade, como ela foi maltratada. Eu a resgatei, levei ao veterinário para salvá-la. Hoje a profissional que a salvou se tornou dona dela. Ela precisará de cuidados especiais até o fim da vida, mas a Jade hoje nem parece aquela cadela que passou por tantos traumas", comenta.
A paixão de Alessandro pelos cães vem desde criança, pois a família dele já gostava de bichos. Mas o resgate de peludos maltratados começou há pelo menos oito anos. "O primeiro foi o Guerreiro, um Pit Bull de mais ou menos sete anos e com apenas 12kg. Ele estava amarrado, tudo machucado, esfaqueado, sem dentes... é difícil de descrever o estado dele", lembra com a voz embargada. "Cuidei dele e hoje ele é meu companheiro, está com 38kg. Ele vive aqui em casa comigo e minha esposa."
O resgate de Guerreiro fortaleceu o amor que Alessandro tinha pelos Pit Bulls. A cadela Rubi, da mesma raça, foi resgatada pelo comerciante depois que o dono tirou um bife das costas dela só para ver se a faca estava amolada. "Também peguei um cachorro que estava sendo enforcado numa árvore. "O Jumbo foi outro, tinha câncer por todo o corpo. Ele não resistiu, mas cuidei dele até o fim."
O gasto mensal de Alessandro com seus 23 cães gira em torno de R$ 7 mil, que sai do bolso dele, da esposa e de quem se sensibiliza com a causa. Atualmente, Alessandro cuida de 23 cães, mas com ele vivem apenas quatro atualmente. O comerciante tem parcerias e deixa alguns dos cães num canil no interior de São Paulo, outros com amigos ou no veterinário para receber os devidos cuidados. Depois de castrados, vacinados e vermifugados, eles ficam no aconchego do lar de Alessandro ou são doados. Mas não pense que o rapaz doa e não olha mais para trás.
"Eu faço questão de levar o cão pessoalmente para ver onde ele vai ficar. Já fui até para Minas Gerais, Rio de Janeiro... Ligo com frequência, vou à casa do doador para ver como o cão está... Se percebo que o animal está sendo maltratado de novo eu pego de volta", declara.
E de que forma os cães mudaram a vida e Alessandro? "Eles me ajudaram a me tornar uma pessoa mais amorosa, confiante, vejo o mundo com outros olhos. Eu não consigo encontrar muitas palavras para descrever o que os cães representam para mim. A gratidão nos olhos do animal depois que ele se vê livre de maus-tratos não tem preço", diz emocionado.
E dá exemplos dessa gratidão. "O Jumbo estava muito doente e ele ficava aceso quando ouvia o barulho do meu carro. Ele se apegou a mim e eu a ele, a resposta desses animais não se explica, é fora do comum. O Guerreiro tinha tudo para odiar o ser humano, por conta de tudo o que ele passou, mas não, ele recebe as pessoas com o maior carinho. Ele não sabe o que fazer para lhe agradar. Esse amor é intenso demais. Acho que os bichos vivem para a gente e não a gente para eles."
O trabalho de Alessandro não tem fim. Por mais cheio que esteja o canil, a clínica veterinária ou sua casa, sempre dá um jeito de abrigar mais um animal vítima de maus tratos. Vale lembrar que o comerciante já resgatou outros animais como um bicho-preguiça e um cavalo. "É revoltante ver tantos maus-tratos. Não é mais decente doar o cão do que deixá-lo morrer aos poucos? Cada cão que morre eu sofro muito. Penso em desistir. Mas quando supero a dor lembro que outros cães precisam de ajuda. Resgatar é fácil, é bonito. Mas tem que cuidar, acompanhar. Eu faço o que posso", finaliza.
Por Juliana Falcão (MBPress)
http://vilamulher.terra.com.br/apaixonado-por-caes-conta-como-cuida-de-23-peludinhos-11-1-71-360.html
Foto: Reprodução Facebook/ Alessandro Desco
Quando se fala em animais de estimação logo vem à nossa mente os cachorros peludões, fortes e saudáveis. Mas não podemos fechar os olhos para aqueles que são abandonados nas ruas e vítimas de maus-tratos. Felizmente esses bichinhos contam com a solidariedade e bondade de muitos apaixonados por cães. Uma deles é o comerciante Alessandro Desco, de 40 anos, morador do Jardim Marajoara, zona sul de São Paulo.
Ele foi o cara responsável pelo resgate da Jade. Lembram-se daquela rottweiler que foi queimada viva por seu dono que estava drogado? Então, foi o Alessandro que salvou a cadela e deu a ela uma nova chance de viver.
"Dava dó de ver a Jade, como ela foi maltratada. Eu a resgatei, levei ao veterinário para salvá-la. Hoje a profissional que a salvou se tornou dona dela. Ela precisará de cuidados especiais até o fim da vida, mas a Jade hoje nem parece aquela cadela que passou por tantos traumas", comenta.
A paixão de Alessandro pelos cães vem desde criança, pois a família dele já gostava de bichos. Mas o resgate de peludos maltratados começou há pelo menos oito anos. "O primeiro foi o Guerreiro, um Pit Bull de mais ou menos sete anos e com apenas 12kg. Ele estava amarrado, tudo machucado, esfaqueado, sem dentes... é difícil de descrever o estado dele", lembra com a voz embargada. "Cuidei dele e hoje ele é meu companheiro, está com 38kg. Ele vive aqui em casa comigo e minha esposa."
O resgate de Guerreiro fortaleceu o amor que Alessandro tinha pelos Pit Bulls. A cadela Rubi, da mesma raça, foi resgatada pelo comerciante depois que o dono tirou um bife das costas dela só para ver se a faca estava amolada. "Também peguei um cachorro que estava sendo enforcado numa árvore. "O Jumbo foi outro, tinha câncer por todo o corpo. Ele não resistiu, mas cuidei dele até o fim."
O gasto mensal de Alessandro com seus 23 cães gira em torno de R$ 7 mil, que sai do bolso dele, da esposa e de quem se sensibiliza com a causa. Atualmente, Alessandro cuida de 23 cães, mas com ele vivem apenas quatro atualmente. O comerciante tem parcerias e deixa alguns dos cães num canil no interior de São Paulo, outros com amigos ou no veterinário para receber os devidos cuidados. Depois de castrados, vacinados e vermifugados, eles ficam no aconchego do lar de Alessandro ou são doados. Mas não pense que o rapaz doa e não olha mais para trás.
"Eu faço questão de levar o cão pessoalmente para ver onde ele vai ficar. Já fui até para Minas Gerais, Rio de Janeiro... Ligo com frequência, vou à casa do doador para ver como o cão está... Se percebo que o animal está sendo maltratado de novo eu pego de volta", declara.
E de que forma os cães mudaram a vida e Alessandro? "Eles me ajudaram a me tornar uma pessoa mais amorosa, confiante, vejo o mundo com outros olhos. Eu não consigo encontrar muitas palavras para descrever o que os cães representam para mim. A gratidão nos olhos do animal depois que ele se vê livre de maus-tratos não tem preço", diz emocionado.
E dá exemplos dessa gratidão. "O Jumbo estava muito doente e ele ficava aceso quando ouvia o barulho do meu carro. Ele se apegou a mim e eu a ele, a resposta desses animais não se explica, é fora do comum. O Guerreiro tinha tudo para odiar o ser humano, por conta de tudo o que ele passou, mas não, ele recebe as pessoas com o maior carinho. Ele não sabe o que fazer para lhe agradar. Esse amor é intenso demais. Acho que os bichos vivem para a gente e não a gente para eles."
O trabalho de Alessandro não tem fim. Por mais cheio que esteja o canil, a clínica veterinária ou sua casa, sempre dá um jeito de abrigar mais um animal vítima de maus tratos. Vale lembrar que o comerciante já resgatou outros animais como um bicho-preguiça e um cavalo. "É revoltante ver tantos maus-tratos. Não é mais decente doar o cão do que deixá-lo morrer aos poucos? Cada cão que morre eu sofro muito. Penso em desistir. Mas quando supero a dor lembro que outros cães precisam de ajuda. Resgatar é fácil, é bonito. Mas tem que cuidar, acompanhar. Eu faço o que posso", finaliza.
Por Juliana Falcão (MBPress)
http://vilamulher.terra.com.br/apaixonado-por-caes-conta-como-cuida-de-23-peludinhos-11-1-71-360.html
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
sábado, 26 de outubro de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)




























